Acordo UE-Mercosul abre porta para agronegócio brasileiro, mas setores mais competitivos ficam limitados, avaliam especialistas

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acordo entre Mercosul e União Europeia, que ainda não tem data para valer, abrirá uma porta para o Brasil aumentar o volume de exportações agropecuárias, mas setores competitivos deverão ter ganho limitado com pacto, avaliam especialistas ouvidos pelo G1.

Produtos com grande fluxo de embarques para a Europa, como as carnes bovina, suína e de frango, tiveram os benefícios fiscais do pacto restritos a cotas anuais. Um dos motivos para isso é a forte resistência de produtores da UE ao acordo.

“Eles protegeram o setor de carnes [com as cotas], onde o Brasil é muito competitivo. Em geral, os produtos mais relevantes tiveram uma abertura limitada, como o açúcar também”, diz o professor de relações internacionais da PUC-RJ Carlos Frederico Coelho.

“Você vai ter uma porta aberta para o mercado europeu, mas está aberta com obstáculos. Ainda assim, é melhor essa porta aberta do que fechada”, pondera o pesquisador do Centro de Agronegócios da FGV Felippe Cauê Serigati.

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